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Jae Lee

Imagem: http://www.sampselpreston.com/

Jae Lee é um quadrinista coreano-americano que já trabalhou com várias editoras, como Marvel e DC Comics. Em mais de 20 anos de carreira, Lee participou de diversos projetos, que podem ser encontrados AQUI.  Em dezembro, este grande artista estará aqui no Brasil para participar da Comic Con Experience 2015 e, nesta entrevista, ele fala um pouco sobre a viagem, seus projetos e sua carreira.

Nome: Jae Lee
Idade: 42
Tipo sanguíneo: venenoso
Hobbies: tênis e caminhadas
Artista favorito: Varia de acordo com meu humor. Neste momento, Norman Rockwell
Músicas favoritas: Trilhas sonoras de filmes. Especificamente, as trilhas sonoras de Last of the Mohicans, Cinema Paradiso e Somewhere in Time.
Coisas importantes: A felicidade da minha esposa

Qual foi a sua principal motivação para seguir a carreira artística?

Eu amo desenhar e não consigo me imaginar fazendo outra coisa.

Como foi o seu primeiro contato com a arte?

Através das histórias em quadrinho. Elas tiveram um papel tão importante na minha infância que não pude deixá-las. Então decidi que estariam sempre comigo, e estão.

Você ilustrou várias minisséries da Marvel Comics ‘The Dark Tower’ e também o livro ‘O Vento pela Fechadura’ (Wind Through the keyhole). Qual a sensação de participar de uma obra tão grandiosa como o universo da ‘Torre Negra’, criado pelo mestre Stephen King?

Foi a experiência mais incrível! Ainda que trabalhasse outros trinta anos, acho que não terei um projeto como esse. Eu estava tão encantado com o mundo que Stephen King criou que, quando terminei minha parte no projeto e minha jornada com o Ka-Tet chegou ao fim, realmente senti uma grande perda. Esta maravilhosa aventura em que estava terminou e estarei constantemente à procura de algo para preencher este vazio.

Você também ilustrou uma edição do livro ‘Drácula’, de Bram Stoker, outro monstro da literatura mundial. Conte-nos um pouco mais sobre esse trabalho.

Drácula foi outro sonho realizado. Meu trabalho sempre foi influenciado pelo horror gótico e Drácula foi o pontapé inicial para mim. O projeto acabou se tornando muito difícil. Como você interpreta Drácula quando tantos grandes visionários já o haviam definido? Foi uma experiência de humildade.

Em 1999 você ganhou o prêmio “Eisner Award for Best New Series”, por ‘Inumanos vol. 2’, trabalho em parceria com Paul Jenkins. Como foi para você receber esse reconhecimento?

Eu não acho que alguém tenha sequer imaginado que o ‘Inumanos’ daria em alguma coisa.

Tudo isso começou quando Joe Quesada me pediu para me juntar a, até então fraca, linha editorial ‘Marvel Knights’. Originalmente me pediram para desenhar o ‘Justiceiro’, mas eu queria fazer algo diferente, só não sabia o quê. Eu me lembro de conversar com o meu amigo e frequente colaborador, José Villarrubia, sobre quais personagens obscuros seria divertido trazer de volta. Nós folheamos o “The Official Handbook of the Marvel Universe” e o percorremos até que chegamos ao Inumanos, e então veio o estalo. Não precisava ir mais longe para achar a solução, era uma simples questão de recordar os livros que eu gostava e ‘Hellblazer’, de Paul Jenkins, foi um dos que se destacaram. Perguntei a Joe se podíamos tê-lo e, para nossa sorte, ele disse que sim, mas ainda seria um caminho difícil. A cada edição que entregávamos, existia uma grande dúvida se conseguiríamos entregar a próxima. Mas, de alguma forma, conseguimos percorrer todo esse caminho com os dedos ensanguentados e finalizamos as doze edições.

Vários de seus trabalhos são ilustrados por sua esposa June Chung. Como funciona essa parceria?

Somos uma equipe. Eu começo, fazendo a arte em preto e branco e, depois disso, ela traz as cores. Ela transforma minhas linhas fixas em algo real e colorido, traz vida ao trabalho. O valor que um bom colorista agrega ao produto é imensurável.

A cultura coreana influência o seu trabalho de alguma forma?

Sou coreano, então sim, influencia. Como? Não sei exatamente, mas tudo o que sou, tudo o que eu experimento, tudo o que vejo vai, eventualmente, para minha arte.

Já ilustrou algum manhwa?

Ainda não, talvez no futuro.

Como foi a reação dos seus pais ao seu desejo de trabalhar com arte?

Eles odiavam a ideia. Como a maioria das famílias de imigrantes, o sonho deles era que eu fosse para uma boa faculdade e conseguisse um emprego respeitável. Eles não só ficaram com os corações partidos quando eu lhes disse que queria ir para a escola de arte, como quiseram me matar quando a abandonei. Levaram anos para chegarmos a um acordo, mas acho que agora estão orgulhosos.

Você conhece e/ou já trabalhou com algum artista brasileiro?

Existem alguns artistas incríveis do Brasil no momento. Rafael Albuquerque, Rafael Grampá, Ivan Reis, Joe Prado, Fabio Moon, Gabriel Bá… Eles realmente impressionaram os quadrinistas norte-americanos. Eu mal posso esperar para visitar o Brasil em dezembro e descobrir novos artistas, me inspirar.

Conte-nos um pouco sobre seu trabalho autoral, ‘Hellshock’.

É um livro de autoria própria que escrevi e desenhei para a Image Comics. Eram dois volumes; o primeiro era uma espécie de minisséries que eu fiz quando era jovem demais para saber qualquer coisa.   Depois dele eu tive tempo para refinar minhas habilidades, aprimorá-las. Eu queria ser um escritor e um artista melhor. No volume dois eu pude mostrar isso, pois teve uma abordagem mais madura, foi um ponto de virada na minha carreira. Ele pontuou um crescimento na minha arte que eu poderia nunca ter tido se não tivesse passado por isso, se não tivesse tido esta experiência. Esse trabalho quase me enlouqueceu, mas valeu a pena.

Você tem alguma situação inesquecível envolvendo seus fãs?

Uma vez fui a uma sessão de autógrafos em Cingapura e um fã apareceu com o braço sangrando, quebrado. Ele havia sofrido um acidente com sua moto, mas deixou de ir ao hospital porque queria pegar meu autógrafo primeiro!

Você já trabalhou com grandes editoras de HQs, qual a principal diferença entre elas?

Eu já trabalhei com a maior parte delas. Realmente se resume a qual personagens você prefere. Às vezes, você alterna apenas para trabalhar com um novo grupo de amigos.

Qual o trabalho mais divertido? E o mais complicado?

Meu trabalho mais divertido também foi um dos meus primeiros quadrinhos. Namor #26 foi a minha primeira edição completa e nada pode bater a alegria do número um, foi um momento mágico. E o mais complicado foi Hellshock. Ele estava me enlouquecendo, porque não gostava de nada que fazia. Estava muito infeliz

Qual o seu personagem preferido? E sua história favorita?

Meu sonho sempre foi desenhar o Batman e o Superman e, agora que já o fiz, preciso encontrar nossos favoritos. Minhas história favorita é Fantastic Four: 1234, com Grant Morrison. Ele escreveu uma história inacreditável! Mas, falando de arte, sinto que meu maior orgulho foi a primeira remessa de Before Watchmen: Ozymandias. Passei seis meses desenhando a primeira revista. Foi a primeira vez que saí da minha zona de conforto e eu realmente me diverti muito.

Imagem: http://x.annihil.us/

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Como funciona a relação entre o roteirista/escritor e o ilustrador?

O escritor fornece a história e o ilustrador visualiza e a traz à vida.

Fale um pouco sobre suas parcerias de trabalho.

Isso depende do escritor e do artista. Algumas equipes gostam de trabalhar em conjunto, bombardeando um ao outro com ideias. Outros preferem que cada um faça o seu trabalho separadamente.

Quais os pontos positivos e negativos de se trabalhar em parceria?

Bem, às vezes há divergências e estas se tornam uma batalha de egos. Por sorte eu nunca tive uma grande batalha.

Quais as expectativas para o evento que irá participar no Brasil?

Espero ter a oportunidade de conhecer novos artistas, de ser exposto a artistas, a cultura e a beleza do Brasil pela primeira vez. Mas, acima de tudo, quero experimentar a culinária incrível!

O que os fãs podem esperar de sua participação na Comic Con Experience?

Como é a minha primeira vez no Brasil, estou muito animado. Vou estar lá todos os dias para autografar e também vou desenhar durante a convenção, então meus fãs vão poder me ver trabalhando na minha mesa. Espero ver você lá!

A Comic Con Experience 2015 vai acontecer do dia 3 a 6 de dezembro e vai receber diversos artistas e proporcionar experiências incríveis para os fãs. Saiba mais sobre o evento AQUI.

 

jae lee

Imagem: http://www.sampselpreston.com/

Jae Lee is an Korean-American comic artist known works for several publishers, including Marvel and DC Comics. It already has more than 20-year career, this time participated in several projects, you can learn more HERE. In December it comes to Brazil to attend the Comic Con Experience 2015. In this interview they told us about his career, projects and visit to Brazil.

Name: Jae Lee
Age: 42
Blood type: poisonous
Hobbies: tennis and hiking
Favorite artist: varies depending on my mood. At this moment, Norman Rockwell
Favorite music: movie soundtracks. Specifically, the soundtracks to Last of the Mohicans, Cinema Paradiso and Somewhere in Time
Important things: My wife’s happiness
Brazilkorea: What was your main motivation to follow the artistic career?
Jae Lee: I love drawing too much. I can’t imagine doing anything else. That, and I really can’t do anything else.
Brazilkorea: What were your first contact with art?
Jae Lee: My first contact with art was comic books. Comic art played such an important role in my childhood, that I can’t let it go. It will always be with me.
Brazilkorea: You Illustrated several miniseries of “Marvel Comics’ The Dark Tower” and also the book Wind Through the keyhole. How does it feel to participate in such a great work as the universe of the Dark Tower, created by master Stephen King?
Jae Lee: It was the most amazing experience. Even if I worked another thirty years, I don’t think I’ll ever again be fortunate enough to work on such a dream project. I was so enthralled by the world Stephen King had created, that when I finished my run on the project, and my journey with the Ka-Tet came to an end, I actually felt a great loss. This wonderful adventure I was on ended and I will forever be searching for something to fill that void.
Brazilkorea: You also illustrated a book edition of Dracula by Bram Stoker, another monster of world literature. Tell us a bit more about this job.
Jae Lee: Dracula was another dream come true. My work has always been influenced by gothic horror. Bram Stoker’s Dracula is what started it all for me. The project ended up being very difficult. How do you interpret Dracula when so many great visionaries have already defined him? It was a humbling experience.
Brazilkorea: In 1999 you won the award “Eisner Award for Best New Series” by Inhumans vol. 2, working in partnership with Paul Jenkins. How was it for you to receive this recognition?
Jae Lee: I don’t think anyone ever thought our Inhumans run would amount to anything. It all began when Joe Quesada asked me to join the then fledgeling Marvel Knights line of books. I was originally asked to draw the Punisher. But I wanted to do something different. I just didn’t know what. I remember talking to my friend and frequent collaborator, Jose Villarrubia, about what obscure characters would be fun to bring back. We flipped through The Official Handbook of the Marvel Universe and made our way down until we got to the Inhumans. And then it clicked. I didn’t need to go any further down the alphabet. Then, we had to find a writer. It was a simple matter of going down the list of books I was currently enjoying and Paul’s Hellblazer was a stand out. I asked Joe if we could get him, and lucky for us, he said yes. But it was still a tough road. With every issue we turned in, there was doubt there’d be another. We were always prepared to wrap it up in a single issue, but we somehow crawled our way with bloodied fingertips to complete the twelve issue maxi series.
Brazilkorea: Several Of your works are illustrated by your wife June Chung. How does this partnership?
Jae Lee: We’re a team. I do l the black and white line art, and she does the color art. She has to turn flat line art into something real and colorful. She brings life to my work. The value a good colorist can add to the art is immeasurable.
Brazilkorea: The korean culture influences your work in any way?
Jae Lee: Since I’m Korean, yes, it does influence my work. How? I’m not exactly sure. But everything I am, everything I experience, everything I see, comes out eventually in my art.
Brazilkorea: Already illustrated some manhwa?
Jae Lee: That’s something I haven’t done yet. Perhaps in the future.
Brazilkorea: How was the reaction of your parents to desire to work with art?
Jae Lee: They hated the idea. Like most immigrant families, their dream was for me to go to a good college and get a respectable job. Not only were they heartbroken when I told them I wanted to go to art school, when I dropped out of art school, they wanted to kill me. It took them years to come to terms, but I think now they’re proud.
Brazilkorea: You know and / or have worked with some brazilian artist?
Jae Lee: There are some amazing artists from Brazil right now. Rafael Albuquerque, Rafael Grampa, Ivan Reis, Joe Prado, Fabio Moon, Gabriel Ba…they’ve really taken American comics by storm. I can’t wait to visit Brazil this December to discover new artists I haven’t seen before who can inspire me.
Brazilkorea: Tell us a little about your original work “Hellshock”.
Jae Lee: It was a creator owned book I wrote and drew for Image Comics. There were two volumes. Volume one was a four issue mini series I did when I was too young to know anything. I took time off after that to refine my skills. I wanted to be a better writer, a better artist. I came out with volume two with a more mature approach. It was a turning point in my career. It marked a growth in my art that I may never have had, had I not gone through that experience. It nearly drove me insane, but it was worth it.
Brazilkorea: You have some unforgettable situation involving your fans?
Jae Lee: I did a signing once in Singapore and a fan showed up with a bloody, broken arm. He had fallen off his moped and instead of going to the hospital, he came to the signing first!
Brazilkorea: Have you worked with major publishers of comics, what the main difference between them?
Jae Lee: I’ve worked with most of the major publishers. It really comes down to which of their characters you prefer. Sometimes, you switch just to play around with a new group of friends.
Brazilkorea: What’s the most fun job? and the most complicated?
Jae Lee: My most fun job was also one of my first jobs in comics. Namor #26 was my first full issue and nothing can beat the exhilaration of your first. It was a magical time. The most complicated had to be Hellshock. I was driving myself crazy because I was hating everything I was doing, so I was very unhappy.
Brazilkorea: What’s your favorite character? and your favorite story?
Jae Lee: It had always been a dream of mine to draw Batman and Superman. Now that i’ve done that, I need to find some new favorites. My favorite story I’ve ever done, would have to be Fantastic Four: 1234 with Grant Morrison. He wrote an unbelievable story. When it comes to the art, I feel my proudest moment was the first issue of Before Watchmen: Ozymandias. I spent six months drawing the first issue. It was a departure from my normal style and I really had a lot of fun with it.
Imagem: http://x.annihil.us/

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Brazilkorea: How does the relationship between the writer and the illustrator?
Jae Lee: The writer provides the story and the illustrator visualizes it and brings it to life.
Brazilkorea: Talk a little about their working partnership.
Jae Lee: It really depends on the writer and artist. Some teams like to work closely together, bouncing ideas off of each other. Other teams like to keep things separate where the writer does his/her job, and the artist does his/her job.
Brazilkorea: What the pros and cons of working in partnership?
Jae Lee: Well, sometimes there are disagreements, and it becomes a battle of wills and ego to see who wins. I’ve been fortunate enough where I haven’t had to fight any serious battles.
Brazilkorea: What are the expectations for the event that will participate in Brazil?
Jae Lee: I hope to be exposed to artists I’ve never had the opportunity to see before, and to enjoy the culture and beauty of Brazil for the first time. Most of all though, I expect to eat some amazing food!
Brazilkorea: What can fans expect from your participation at Comic Con Experience?
Jae Lee: It’s my first time in Brazil, so I’m incredibly excited. I’ll be there every day during Comic Con Experience to sign books for fans. I’ll also be taking commissions, so fans can see me drawing at my table during the convention. Hope to see you there!

The Comic Con Experience 2015 will take place from 3rd to 6th December and will receive various artists and provide amazing experiences for fans. Learn more about the event HERE.

 

jae lee

Imagem: http://www.sampselpreston.com/

Jae Lee es un artista de las obras conocidas de historietas coreana-americana para varias editoriales, incluyendo Marvel y DC Comics. Ya cuenta con carrera de más de 20 años, esta vez participado en varios proyectos, usted puede aprender más aquí. En diciembre se trata de Brasil para asistir a la Experiencia Comic Con 2015. En esta entrevista nos dijeron sobre su carrera, sus proyectos y su visita a Brasil.

Nombre: Jae Lee
Edad: 42
Grupo sanguíneo: venenoso
Aficiones: tenis y senderismo
Artista favorita: varía dependiendo de mi estado de ánimo. En este momento, Norman Rockwell
Música favorita: bandas sonoras de películas. En concreto, las bandas sonoras al  Last of the Mohicans, Cinema Paradiso, e Somewhere in Time.
Cosas importantes: la felicidad de mi esposa

Brazilkorea: Cuál Fue tu principal motivación para seguir la carrera artística?
Jae Lee: Me encanta dibujar demasiado. No me puedo imaginar haciendo otra cosa. Eso, y que realmente no puede hacer otra cosa.

Brazilkorea: Cuál Era su primer contacto con el arte?
Jae Lee: Mi primer contacto con el arte era cómics. Arte cómico jugado un papel tan importante en mi infancia, que no puedo dejarlo ir. Siempre va a estar conmigo.

Brazilkorea: Usted Ilustrado varios miniserie de “Marvel Comics’ The Dark Tower” y también el libro The Dark Tower: The Wind Through the Keyhole. ¿Qué se siente al participar en una gran obra como el universo de la Torre Oscura, creado por el maestro Stephen King?
Jae Lee: Fue la experiencia más increíble. Incluso si trabajaba otros treinta años, no creo que nunca voy a volver a ser la suerte de trabajar en un proyecto tan sueño. Estaba tan fascinado por el mundo de Stephen King había creado, que cuando terminé mi carrera en el proyecto, y mi viaje con el Ka-Tet llegó a su fin, de hecho me sentí una gran pérdida. Esta maravillosa aventura que estaba en extremo y yo por siempre estar buscando algo para llenar ese vacío.

Brazilkorea: Usted También ilustra una edición libro de Drácula de Bram Stoker, otro monstruo de la literatura universal. Cuéntanos un poco más sobre este trabajo.
Jae Lee: Drácula fue otro sueño hecho realidad. Mi trabajo siempre ha sido influenciada por el horror gótico. Drácula de Bram Stoker es lo que lo empezó todo para mí. El proyecto terminó siendo muy difícil. ¿Cómo interpreta Drácula cuando tantos grandes visionarios han ya le define? Fue una lección de humildad.

Brazilkorea: En 1999 usted ganó el premio “Premio Eisner a la Mejor Nueva Serie” por Inhumanos vol. 2, trabajando en colaboración con Paul Jenkins. ¿Cómo fue para usted recibir este reconocimiento?
Jae Lee: Yo no creo que nadie pensó nunca nuestra carrera Inhumanos llegaría a nada. Todo comenzó cuando Joe Quesada me pidió unirse a la entonces pichón línea Marvel Knights de libros. Me pidieron originalmente para dibujar el Punisher. Pero yo quería hacer algo diferente. Yo no sabía qué. Recuerdo hablar con mi amigo y frecuente colaborador, José Villarrubia, acerca de lo que los personajes oscuros sería divertido para traer de vuelta. Nos pasó las Manual Oficial del Universo Marvel y nos dirigimos hacia abajo hasta que llegamos a los Inhumanos. Y entonces se hizo clic. Yo no tenía necesidad de ir más lejos en el alfabeto. Luego, tuvimos que encontrar un escritor. Era una simple cuestión de ir abajo en la lista de libros actualmente estaba disfrutando y Hellblazer de Pablo fue algo a destacar. Le pregunté a Joe si podíamos conseguir de él, y por suerte para nosotros, él dijo que sí. Pero seguía siendo un duro camino. Con todos los problemas que se convirtió en, no había duda de que habría otra. Siempre estábamos preparados para envolverlo en un solo tema, pero que de alguna manera arrastramos nuestro camino con los dedos ensangrentados para completar la serie maxi doce tema.

Brazilkorea: Varios de sus trabajos se ilustran por su esposa June Chung. ¿Cómo funciona esta asociación?
Jae Lee: Somos un equipo. Hago l la línea de arte en blanco y negro, y ella hace el arte del color. Ella tiene que convertir el arte línea plana en algo real y colorido. Ella da vida a mi trabajo. El valor de un buen colorista puede agregar al arte es inconmensurable.

Brazilkorea: La Cultura coreana influye en su trabajo de alguna manera?
Jae Lee: Ya que soy coreano, sí, sí influir en mi trabajo. Cómo? No estoy exactamente seguro. Pero todo lo que soy, todo lo que experimentan, todo lo que veo, sale finalmente en mi arte.

Brazilkorea: Ya Ilustra algunos manhwa?
Jae Lee: Eso es algo que no he hecho todavía. Tal vez en el futuro.

Brazilkorea: Cómo Fue la reacción de tus padres que desean trabajar con el arte?
Jae Lee: Ellos odiaban la idea. Como la mayoría de las familias de inmigrantes, su sueño era para mí ir a una buena universidad y conseguir un trabajo respetable. No eran sólo el corazón cuando les dije que quería ir a la escuela de arte, cuando me salí de la escuela de arte, que querían matarme. Les tomó años llegar a un acuerdo, pero creo que ahora están orgullosos.

Brazilkorea: Sabes Y / o han trabajado con algún artista brasileño?
Jae Lee: Hay algunos artistas increíbles de Brasil en este momento. Rafael Alburquerque, Rafael Abuelo, Ivan Reis, Joe Prado, Fabio Luna, Gabriel Ba … han realmente toman los cómics americanos por la tormenta. No puedo esperar para visitar Brasil este mes de diciembre para descubrir nuevos artistas que no he visto antes de que me puede inspirar.

Brazilkorea: Cuéntanos Un poco sobre su trabajo original “Hellshock”.
Jae Lee: Era un libro creador propiedad escribí y sacó para Image Comics. Había dos volúmenes. El volumen uno era una mini serie de cuatro cuestión que hice cuando yo era demasiado joven para saber nada. Tomé tiempo libre después de eso para perfeccionar mis habilidades. Yo quería ser un mejor escritor, mejor artista. Salí con el volumen dos con un enfoque más maduro. Fue un punto de inflexión en mi carrera. Se marcó un crecimiento en mi arte que yo nunca he tenido, si no hubiera pasado por esa experiencia. Casi me volvía loco, pero valió la pena.

Brazilkorea: Usted Tiene alguna situación que involucra inolvidable tus fans?
Jae Lee: Hice una firma, una vez en Singapur y un ventilador presenté con una sangrienta, brazo roto. Se había caído de la moto y en vez de ir al hospital, él llegó a la firma primero!

Brazilkorea: Ha Trabajado con los principales editores de cómics, lo que la principal diferencia entre ellos?
Jae Lee: He trabajado con la mayoría de las grandes editoriales. Todo se reduce a cuál de sus personajes lo prefiere. A veces, se cambia sólo para jugar con un nuevo grupo de amigos.

Brazilkorea: Cuál Es el trabajo más divertido? y el más complicado?
Jae Lee: Mi trabajo más divertido fue también uno de mis primeros trabajos en los cómics. Namor # 26 fue mi primer número completo y nada puede vencer a la emoción de su primera. Fue un momento mágico. El más complicado tenía que haber Hellshock. Yo estaba conduciendo yo loco porque estaba odiando todo lo que estaba haciendo, así que era muy infeliz.

Brazilkorea: Cuál Es tu personaje favorito? y su historia favorita?
Jae Lee: Siempre había sido un sueño para mí dibujar Batman y Superman. Ahora que lo he hecho, tengo que encontrar nuevos favoritos. Mi historia favorita que he hecho, tendría que ser Fantastic Four: 1234 con Grant Morrison. Escribió una historia increíble. Cuando se trata de arte, siento que mi momento de mayor orgullo fue el primer número de Antes de Watchmen: Ozymandias. Me pasó seis meses dibujando el primer número. Fue una salida de mi estilo normal y yo realmente tenía un montón de diversión con ella.

Imagem: http://x.annihil.us/

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Brazilkorea: Cómo Lo hace la relación entre el escritor y el ilustrador?
Jae Lee: El escritor ofrece la historia y el ilustrador lo visualiza y lo lleva a la vida.

Brazilkorea: Hable Un poco acerca de su relación de trabajo.
Jae Lee: Realmente depende de la escritora y artista. Algunos equipos les gusta trabajar en estrecha colaboración, intercambiar ideas entre sí. Otros equipos les gusta mantener las cosas separadas donde el escritor hace su / su trabajo, y el artista hace su / su trabajo.

Brazilkorea: Qué Los pros y los contras de trabajar en colaboración?
Jae Lee: Bueno, a veces hay desacuerdos, y se convierte en una batalla de voluntades y el ego para ver quién gana. He tenido la suerte suficiente donde no he tenido que luchar contra cualquier batallas serias.

Brazilkorea: Cuáles Son las expectativas para el evento que participará en Brasil?
Jae Lee: Espero estar expuestos a artistas que nunca he tenido la oportunidad de ver antes, y para disfrutar de la cultura y la belleza de Brasil por primera vez. Por encima de todo, sin embargo, espero que comer algo de comida increíble!

Brazilkorea: Qué Pueden esperar los fans de su participación en la experiencia Comic Con?
Jae Lee: Es mi primera vez en Brasil, así que estoy muy emocionado. Voy a estar allí todos los días durante Experiencia Comic Con para firmar libros para los aficionados. También voy a estar tomando las comisiones, por lo que los fans pueden verme dibujar en mi mesa durante la convención. Espero verte allí!

El Comic Con Experience 2015 se llevará a cabo del 3 al 6 de diciembre y recibirá varios artistas y proporcionar experiencias increíbles para los aficionados. Más información sobre el evento aquí.

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About Cecilia Bohrer

Editora de Conteúdo (Belo Horizonte - MG) - Estudante de jornalismo é apaixonada por comunicação, cultura oriental e o meio gospel. É editora do BrazilKorea, chefe de redação do O-Studiomix, apresentadora da Rádio Conexão Kpop, tradutora da page LifeInKorea, repórter do Centro Cultural coreano, trainee de produção de TV na Rede Super, e fez diversas participações em programas e eventos. Além de ser uma grande admiradora da cultura coreana.

3 Responses to [EXCLUSIVO] Entrevista com o quadrinista Jae Lee
  1. avatar

    […] X-Men’. O BrazilKorea entrevistou o artista e a entrevista pode ser encontrada na integra AQUI. Artists Alley: Jae Lee estará presente em todos os dias da CCXP na mesa 99, no Artists’ […]

  2. avatar

    Ótima entrevista, mas a tradução deixa a desejar.
    Consertem aí.


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